domingo, 11 de setembro de 2011
A verdade do quase impossível
estava tudo a melhorar, a recompor-se, a minha vida por mais anormal que tivesse sido até agora, desta vez acho que tudo estava a voltar ao normal. por mais saudades que eu tivesse dele, de tudo o que nele existia, eu levava a minha vida como se tivesse sido uma má fase mas que, agora estava a voltar ao ponto certo. achava que era desta que não me iria magoar mais, sozinha de uma perspectiva mas rodeada de gente por outra. eu aprendi que, ao sentir-me sozinha, não queria dizer que não estivesse com amigos em todos os momentos especiais nem nada que se parecesse, aprendi que ao sentir-me sozinha, sentia falta de alguém, de uma só pessoa. era ele. era ele quem faltava para colorir os meus dias, para os tornar perfeitos, para fazer com que fosse ele a razão do meu viver, para ter a certeza que era com ele que eu queria passar o resto dos meus dias.
e se isto tudo for um sonho? e se, tudo o que eu tenho andado a passar, a sofrer, a sorrir, a viver, se tenha tornado no mais perfeito dos sonhos? onde aquilo que parece ter acabado de uma vez por todas, volta como um novo, como que sem erros e inimaginável? acreditarei eu no que parece ser quase impossível ou, pelo contrário, lutarei para que esse impossível se torne na maior das realidades? para estas perguntas, não tenho resposta mas, de uma coisa tenho eu bem a certeza: eu amo-o mais do que alguém alguma vez o poderá amar.
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